quinta-feira, 25 de junho de 2020

1º BIMESTRE - METODOLOGIAS ATIVAS

ATIVIDADE:

1 - APÓS LER O TEXTO:

A) DEFINA O QUE SÃO METODOLOGIAS ATIVAS.
B) CITE DUAS CONTRIBUIÇÕES DE METODOLOGIAS ATIVAS




METODOLOGIAS ATIVAS

VAMOS PENSAR EM MÉTODOS A PARTIR DE UMA DIMENSÃO ATIVA, OU SEJA, PENSAR A ESCOLHA DE CAMINHOS ONDE O FAZER, PENSAR, COMPREENDER, CONSTRUIR, PESQUISAR, EXPLORAR ESTEJAM PRESENTES ENQUANTO PROPOSTA PARA PROMOVER A APRENDIZAGEM E CRESCIMENTO DOS ALUNOS!


O IMPORTANTE É ESCOLHER CAMINHOS ATIVOS, ONDE O ALUNO VIVE O PAPEL DE SUJEITO DA SUA APRENDIZAGEM!!!

MAS O QUE SERIA UM CAMINHO ATIVO?



O QUE SERIA UM CAMINHO ATIVO – Caminho onde o aluno é personagem principal e o maior responsável pelo processo de aprendizado. Pois ele faz o caminho, ainda que sob a coordenação do professor que o orienta. Sendo assim, o objetivo desse modelo de ensino é incentivar, estimular, desafiar o aluno para que desenvolva a capacidade de compreensão dos conhecimentos de maneira autônoma e participativa. Ora coletivamente, ora individualmente.
É preciso recursos variados, material e estrutura no próprio ambiente. A sala de aula não é o único local para se aprender.
Outro aspecto importante é compreender que o sucesso não está no número de atividades, mas na qualidade dos projetos desenvolvidos e da articulação dos diversos conhecimentos que podem ser trabalhados a partir de temas, de assuntos cujo interesse envolvam a todos.



Aprendizagem baseada em projetos
Exige que os alunos coloquem a “mão na massa”, diferente da aprendizagem baseada em problemas é focada na parte teórica da resolução de casos.
Tem por objetivo fazer com que os alunos adquiram conhecimento por meio da solução colaborativa de desafios. Precisa se esforçar para explorar as soluções possíveis dentro de um contexto específico ― seja utilizando a tecnologia ou os diversos recursos disponíveis, o que incentiva a capacidade de desenvolver um perfil investigativo e crítico perante alguma situação.

Aprendizagem Baseada em Problemas
O objetivo é tornar o aluno capaz de construir o aprendizado conceitual, procedimental e atitudinal por meio de problemas propostos que o expõe a situações motivadoras e o prepara para o mundo.


Aprendizagem baseada em estudo de caso
A prática pedagógica de Estudo de Casos tem origem no método de Aprendizagem Baseada em Problemas. O Estudo de Caso oferece a oportunidade de direcionar sua própria aprendizagem, enquanto exploram seus conhecimentos em situações do mundo real, apresentadas aos alunos com a finalidade de ensiná-los, preparando-os para a resolução de problemas reais.

Aprendizagem entre pares (equipes).
Se trata da formação de equipes dentro de determinada turma para que o aprendizado seja feito em conjunto e haja compartilhamento de ideias.

Seja em um estudo de caso ou em um projeto, é possível que os alunos resolvam os desafios e trabalhem juntos, o que é enriquecedor na busca pelo conhecimento. Com a ajuda mútua, se pode aprender e ensinar ao mesmo tempo, formando o pensamento crítico, que é construído por meio de discussões embasadas e levando em consideração opiniões divergentes.


Quais os benefícios de uma metodologia ativa?
Construção da autonomia
Construção da maturidade e confiança, responsabilidade
Percebe-se o protagonista da sua aprendizagem
Valorizar as experiências e conhecimentos das pessoas
Aprender a ouvir, saber falar
Expor suas ideias
Pesquisar
Colaborar
Compartilhar
Desenvolver o hábito da leitura, do estudo, da pesquisa
Desenvolver a observação, a experimentação
Ser criativo, buscar soluções
Etc.

E O MAIS IMPORTANTE: APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS!


BASEADO NO TEXTO https://pt.linkedin.com/pulse/import%C3%A2ncia-e-o-papel-das-metodologias-ativas-de-jean-michel-da-silva

quarta-feira, 24 de junho de 2020

1ºBIMESTRE - TÉCNICA TEMPESTADE DE IDEIAS


Na técnica da tempestade cerebral, também conhecida como Brainstorm, o professor apresenta um tema  sobre o qual cada ALUNO E ALUNA poderão falar algo sobre o assunto, o que pensam, o que lembram ao ouvir determinado tema etc.
O importante é participar da atividade e isso deve ficar claro para todos.
Enquanto os alunos e alunas falam, o professor registra no quadro branco o que for dito. É um momento de exposição de ideias que deve ser breve. E claro que o professor deve estimular a participação.

após, a turma pode selecionar ou mesmo o professor, selecionar as melhores ideias, a partir de critérios combinados com a turma, sendo que a turma escolherá a permanência ou não das ideias que serão discutidas, debatendo o valor de cada uma, relacionando-as ao tema. Um dos critérios, pode ser escolher uma palavra entre um conjunto de palavras semelhantes, por exemplo.



1º- BIMESTRE - ATIVIDADE COM PLANO DE AULA


AULA RETIRADA DO PORTAL DO PROFESSOR. NEM TODOS OS PLANOS DE AULA SEGUEM ESSE MODELO. EXISTEM OUTROS MODELOS DE PLANOS.

ATIVIDADE
A) LEIA O PLANO DE AULA E RETIRE DO TEXTO:

1 - O NOME DA TÉCNICA UTILIZADA
2 - OS OBJETIVOS
3 - RECURSOS


B) SEGUNDO SUA OPINIÃO, O MÉTODO EMPREGADO É UM MÉTODO ATIVO? JUSTIFIQUE SUA OPINIÃO.



TEMA ERRO E ACERTO NA APRENDIZAGEM: ISSO DÁ O QUE PENSAR!
02/06/2010
Autor e Coautor (es)
UBERLANDIA - MG ESC DE EDUCACAO BASICA
Coautor (es): 
Gláucia Costa Abdala Diniz, Liliane dos Guimarães Alvim Nunes, Lucianna Ribeiro de Lima.


Estrutura Curricular
MODALIDADE / NÍVEL DE ENSINO
COMPONENTE CURRICULAR
TEMA
Ensino Fundamental Inicial
Ética
Respeito mútuo/ Diálogo
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
1.     Analisar o erro e o acerto em situações de aprendizagem.
2.     Perceber os vários significados construídos socialmente sobre errar e acertar.
3.     Reconhecer e diferenciar situações em que o erro pode ser bom e em que o acerto pode ser ruim. 
Duração das atividades
Duas aulas de 50 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Professor, para o desenvolvimento da aula, é importante que os alunos tenham conhecimentos básicos de leitura, interpretação e escrita.

Estratégias e recursos da aula


Comentários para o professor: Professor, para o desenvolvimento da 1ª atividade desta aula, propomos a utilização de uma técnica/estratégia educacional muito interessante, chamada Brainstorming ou Tempestade cerebral ou ainda Tempestade de ideias. A seguir, apresentamos um pequeno texto informativo sobre esta estratégia de ensino.


Tempestade de ideias ou brainstorming é uma técnica usada em dinâmicas de grupo. Sua principal característica é explorar as habilidades, potencialidades e criatividade de uma pessoa, direcionado ao serviço de acordo com o interesse. No ensino escolar essa técnica pode ser usada como estratégia. Em cada início de assunto pode-se colocar em prática. A execução ocorre a partir de questionamentos realizados no início de cada tema, nos inúmeros capítulos dos livros. O conjunto de perguntas deve ser respondido pelos alunos de forma oral, com base nas experiências e nos conhecimentos adquiridos ao longo da vida. Tudo que eles forem expressando deve ser anotado no quadro, pois cada palavra registrada será usada como ponto de partida para o conhecimento do conteúdo que se pretende estudar. Durante as anotações todas as frases e palavras devem ser consideradas. O ideal é que todos participem e exponham sua opinião. Logo após a tempestade de ideias, o professor analisa cada opinião sem constranger nenhum aluno no decorrer dos comentários, mesmo se o que for expresso não tenha nenhuma ligação com o tema abordado. Esse tipo de dinâmica é importante, pois o aluno expõe seus conhecimentos adquiridos ao longo de sua vida. Além disso, faz com que o aluno se posicione diante de um determinado tema, respeite as ideias do colega e também exercite a prática da participação no cotidiano das aulas.
Fonte: http://www.educador.brasilescola.com/orientacoes/tempestade-ideias-no-ensino-brainstorming.htm    (Texto adaptado de Eduardo de Freitas, Equipe Brasil Escola).


1ª ATIVIDADE: O professor deverá iniciar a aula sugerindo aos alunos um jogo chamado Tempestade de Ideias. Este jogo consiste em falar rapidamente - sem pensar muito e sem fazer julgamentos -, tudo o que vier à mente sobre determinado tema/conteúdo. Vamos começar a jogar? Digam o que vem à mente de vocês quando falo a palavra “erro”. O professor deverá listar na lousa todas as palavras e frases ditas pelos alunos. Após o registro, deverá retomar as palavras anotadas, fazendo a leitura e explorando o sentido/significado de cada uma delas. Em seguida, alunos e professor farão um exercício de escolher as palavras que melhor representam as ideias do grupo sobre o erro.
Dando continuidade ao jogo, o professor deverá fazer a seguinte questão para os alunos: Ao ouvir a palavra “acerto”, o que vem à mente de vocês? O professor deverá seguir o mesmo procedimento utilizado anteriormente, até o momento de seleção das palavras que melhor expressem as ideias do grupo sobre o acerto. Concluído o trabalho, é preciso dizer aos alunos que as palavras selecionadas revelam a concepção (noção, ideia, compreensão) histórica e social construída por eles sobre o erro e o acerto.
Neste momento da aula, o professor poderá colocar as seguintes questões problematizado rãs para os alunos: Mas será que as pessoas em geral entendem o erro e o acerto da mesma forma que vocês? Os significados de erro e acerto são sempre os mesmos para pessoas de diferentes classes sociais, de idades diferentes, de diferentes etnias, de sexos diferentes, de níveis diferentes de escolarização? Vocês pensam que a forma de entender o erro e o acerto foi sempre a mesma ao longo do tempo ou estes conceitos mudaram com o passar dos anos? O que era considerado erro e acerto no passado pode ter outros significados nos dias atuais? Que exemplos, que situações de acerto e de erro poderiam ser compartilhadas com os colegas? (Professor, de acordo com o nível de reflexão dos alunos, você poderá formular outras questões que favoreçam ainda mais a percepção sobre os vários significados construídos socialmente sobre errar e acertar).   



2ª ATIVIDADE: O professor deverá dividir a turma em grupos de quatro alunos. Para cada grupo deverá entregar tiras de papel com frases para serem completadas e, em seguida, pedir aos alunos que façam um pequeno texto que dê visibilidade à ideia expressa na frase, trazendo situações vividas por eles. Segue abaixo algumas sugestões de frases para serem completadas pelos grupos de alunos: Acertar é bom, errar é.…; errar é humano, acertar é.…; acertar é exigente, errar é.…; errar é desafiador, acertar é.…; acertar é confortável, errar é.…; errar é vergonhoso, acertar é.…; acertar é prazeroso, errar é.…; errar é preciso, acertar é.…; acertar é sorte, errar é.…; errar é aprender, acertar é...
Após a realização da atividade, os grupos farão a leitura das frases e do texto para toda a turma. Também deverão socializar o debate realizado no grupo, as concordâncias e divergências entre eles, as argumentações e a compreensão que tiveram da ideia expressa na frase. O importante nesta atividade, é que os alunos consigam reconhecer e diferenciar situações em que o erro pode ser bom e em que o acerto pode ser ruim.   



3ª ATIVIDADE: Alunos organizados em círculo. O professor deverá apresentar um cartaz com a seguinte afirmativa: "Erramos porque pensamos, porque buscamos saídas para resolver alguma questão e optamos por uma delas" (Maria Clara Braz. Os acertos do erro. Errar é humano - Educar para crescer. Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/acertos-erro-495098.shtml ).
Em seguida, deverá propor aos alunos que expressem suas opiniões sobre a frase apresentada, refletindo sobre algumas questões: Todos concordam com esta afirmativa? Alguém discorda dela? Por quê? O que ela traz de diferente sobre a nossa forma de compreender o erro? Vocês têm exemplos de situações vividas em que erraram por fazer escolhas diferentes das que seriam consideradas como esperadas? Vocês também concordam que acertamos porque pensamos? (Professor, outras questões colocadas por você poderão aquecer a reflexão e o debate sobre o erro e o acerto em situações de aprendizagem). A partir da discussão, o professor solicitará aos alunos que produzam um texto individual com o tema seguinte: Quando o erro pode ser bom e o acerto pode ser ruim.  
Recursos Complementares
Professor, para favorecer as suas ações de mediação e intervenção no processo de construção do conhecimento pelos alunos, sugerimos a leitura do livro de DE LA TAILLE, Yves. Erro e fracasso na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo, Summus Editorial, 1997.
Avaliação
A avaliação deverá ser contínua, processual, diagnóstica.   
Autoavaliação dos alunos (oral ou por escrito): Participação individual e grupal nos momentos da aula propostos pelo professor.   
Avaliação dos alunos pelo professor: Respeito aos momentos de fala e de escuta e às opiniões dos colegas. Envolvimento e participação dos alunos nas atividades propostas. O professor deverá verificar se os alunos conseguiram perceber os vários significados construídos socialmente sobre errar e acertar e se foram capazes de reconhecer e diferenciar situações em que o erro pode ser bom e em que o acerto pode ser ruim. 

1º BIMESTRE - METODOLOGIAS ATIVAS INTRODUÇÃO

NA AULA ANTERIOR, VIMOS O CONCEITO DE METODOLOGIA E DIDÁTICA. DOIS CAMPOS DO CONHECIMENTO QUE ESTUDAM OS MÉTODOS. NO ENTANTO, VIMOS QUE A METODOLOGIA TEM O PAPEL DE ESTUDAR E DESCREVER OS MÉTODOS, MAS A DIDÁTICA VAI ALÉM.

A DIDÁTICA DÁ VALOR AO MÉTODO, AO ESCOLHER DE ACORDO COM CRITÉRIOS ESPECÍFICOS: CONTEÚDO QUE IRÁ ENSINAR, COMO SÃO OS ALUNOS, QUAIS OS OBJETIVOS OS ALUNOS DEVERÃO ALCANÇAR (HABILIDADES E COMPETÊNCIAS) ETC.

TAMBÉM VIMOS QUE ALÉM DOS MÉTODOS QUE SÃO OS CAMINHOS E AS TÉCNICAS QUE SÃO AS FORMAS DE "FAZER" O CAMINHO, TEMOS TAMBÉM OS RECURSOS, OU SEJA, O QUE UTILIZAREMOS DURANTE O CAMINHO.

EXISTEM VÁRIOS TIPOS DE MÉTODOS E ESSA CLASSIFICAÇÃO SE DÁ DE ACORDO COM DETERMINADOS CRITÉRIOS. NÓS NÃO VAMOS DECORAR, A-ENAS VAMOS LER PARA CONHECER.
ASSIM TAMBÉM, HÁ VÁRIAS TÉCNICAS QUE VOCÊS PODERÃO UTILIZAR EM SUAS AULAS.
SEMANA PASSADA, POSTEI NA PLATAFORMA, OS MÉTODOS E TÉCNICAS E ESTAREI DISPONIBILIZANDO HOJE, EM PDF. 
VAMOS ESTUDAR HOJE, AS METODOLOGIAS ATIVAS, OU SEJA, CAMINHOS QUE CONSIDERAM O ALUNO COMO SUJEITO DA APRENDIZAGEM. QUE COMPREENDEM A APRENDIZAGEM COMO CONSEQUÊNCIA DE UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM REALIZADO PELO ALUNO SOB A ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR, E NÃO, UMA "TRANSFERÊNCIA" DO CONHECIMENTO, COMO SE O ALUNO FOSSE UM VASO, UM LOCAL PARA SE DEPOSITAR ALGO.

AS METODOLOGIAS ATIVAS PRIORIZAM A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA EM CONTRASTE COM UMA APRENDIZAGEM MECÂNICA.

quinta-feira, 18 de junho de 2020

1º BIMESTRE - ARGUMENTAÇÃO DOS ALUNOS SOBRE PLANEJAMENTO

SOBRE PLANEJAMENTO
ALUNA VITÓRIA
O vídeo mostra as etapas do planejamento de aula, isso inclui a apresentação, que é onde o aluno deve criar expectativa e interesse, é o momento de apresentar o conteúdo. Em seguida vem a construção, desenvolvimento da aula, o momento de aprendizagem. A fixação e aplicação são etapas onde o aluno realiza exercícios e atividades para fixar, exercitar. E por último a avaliação, período de verificar se a aprendizagem realmente foi alcançada.
Todas essas etapas são de extrema importância para um bom planejamento, sem isso as coisas desandam e não tem como saber o que de fato você precisa.

PARABÉNS, VITÓRIA! DA PLATAFORMA PARA O BLOGSPOT!
QUESTÃO ELABORADA PELA ALUNA
Na etapa de construção, podem ser trabalhadas diferentes formas de passar o conteúdo ?
R: Sim. O que é bom e fácil para um aluno, pode não ser para outro, então
deve haver diferentes formas de passar o conteúdo.




SOBRE PLANEJAMENTO
ALUNA JÉSSICA.

RESUMO DA ALUNA
O planejamento é de suma importância, nesse momento de planejar, nós refletimos sobre o que dar na aula, qual é o melhor método, quais os melhores recursos para essa aula , onde queremos chegar , etc. Após isso, nós registramos tudo isso que pensamos num documento que chamamos de plano de aula que nos ajuda como guia.

QUESTÕES ELABORADAS PELA ALUNA
1) Quando elaboramos um planejamento o que devemos ter em mente?
Qual é o melhor método? Quais os melhores recursos para essa aula? Onde queremos chegar? etc.
2) Cada etapa precisa ter um objetivo?
Sim. Apesar de o projeto necessitar de um propósito central, cada atividade deve ter o seu, sempre relacionado ao principal.
3) Sem planejamento/plano é possível dar aula?
Ter até que tem só que a possibilidade de você ficar perdida, sem saber o que fazer é muito alta. Para evitar isso sempre é bom fazer o plano de aula para evitar erros e confusão na hora da aula .

ADOREI, JÉSSICA! DA PLATAFORMA  PARA O BLOGSPOT.

1º BIMESTRE - COMENTÁRIOS DOS ALUNOS SOBRE A TIRINHA DO CHICO BENTO

ALUNA BÁRBARA - 2ª SÉRIE
COMENTÁRIO HISTÓRIA DO CHICO BENTO

A história de Chico Bento mostra sua dificuldade em se sair bem nas questões que a professora passava nas provas da escola.
No dia em que as notas da classe foram ditas ele ficou frustrado com seu resultado e saiu de sala resmungando e dizendo que só não se dava bem, pois a professora não perguntava as coisas que ele sabia, como arar, alimentar o gado, cuidar do pomar, entre outras coisas. A professora vendo a situação e reconhecendo tudo o que ele realmente sabia fazer fora da escola, resolveu lhe dar uma nota dez, afinal ele se saía muito bem nas funções da fazenda.



ALUNA ANDRESSA - 2ª série
HISTÓRIA CHICO BENTO
RESUMO DA ALUNA
Relação do que aprendemos com a história do chico Bento:
Nós, professores, temos que compreender nossos alunos, vendo as coisas claramente. Por outro lado, o aluno não é ruim pelo fato de ter tirado nota baixa, às vezes, não foi ensinado de uma forma que ele poderia ter entendido melhor. Por esse motivo temos que conhecer o aluno, pois é a partir daí saberemos no que ele é bom e no que tem mais dificuldade. Para avaliar corretamente, sempre temos que dar a chance do aluno melhorar, e também, até mesmo nós professores dar a chance a nós mesmos para termos uma visão mais ampla do aluno dentro e fora da escola, procurando sempre saber sua melhor versão!!!

quarta-feira, 17 de junho de 2020

1º BIMESTRE - TÉCNICAS DE ENSINO II


TÉCNICAS DE ENSINO
Prof. Dra. Suzana Burnier
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE - MINAS GERAIS / Diretoria de Ensino Superior / Departamento Acadêmico de Educação /Programa Especial de Formação Pedagógica de Docentes/Dinamizar suas aulas diversificando as

PASSOS PARA UTILIZAÇÃO DOS JOGOS
Para que a utilização dos jogos traga os resultados esperados, alguns cuidados devem ser tomados:
1. instrutor / facilitador deve ter experiência na utilização de jogos e caso seja iniciante, ter participado de jogos conduzidos por diferentes pessoas de modo a se sentir mais confortável no momento da condução;
2. Definir o objetivo. O que se deseja transmitir e atingir com o jogo;
3. Definir o tempo disponível para o jogo;
4. Escolher qual o melhor jogo para se atingir o objetivo desejado, no tempo disponível.
5. Relacionar o que será necessário para a realização do jogo:
- Espaço;
- Material;
- Suporte externo e apoio;
- Outros.
6. Verificar pontos limitadores da realização do jogo:
- Número máximo e mínimo de pessoas;
- Limitações pessoais dos participantes: dificuldade de locomoção;
- Limite intelectual;
- Horário;
- Cultura;
- Clima interno.
7. Providenciar e conferir o material necessário;
8. Testar a utilização do jogo previamente;
9. Aplicá-lo;
10. Avaliá-lo;
11. Aperfeiçoá-lo.
POSTURA DO FACILITADOR
Facilitador, com o próprio nome diz, é aquele que “torna fácil”; sendo este um dos papéis que o instrutor / palestrante deve ter em mente.
Não existe uma fórmula única e correta de se portar, mas algumas linhas gerais devem nortear nossa conduta.
O facilitador deve:
• ser transparente, aberto ao diálogo, comunicativo, saber ouvir e ter equilíbrio emocional;
• evitar a postura de dono da verdade e de estrela do “ espetáculo ”;
• evitar monopolizar o discurso;
• evitar agir agressivamente;
• praticar o que prega. Evitando frases como: “faça o que eu falo e não o que eu faço” ou “manda quem pode e obedece quem tem juízo”;
• manter o controle emocional;
• buscar evolução constante através da autoavaliação e da humildade.
JOGOS EM TREINAMENTO
A utilização dos jogos em treinamento favorece o aprendizado, já que propicia a comparação com situações anteriormente vividas e não apresenta “riscos”. Sendo assim, o participante é mais natural, se envolve com mais facilidade e capta o conteúdo através da percepção da realidade expressa em atitudes e comportamentos sem sofrer dissimulação ou censura (já que se trata de um jogo). Possibilita ainda a absorção de conceitos que, de outro modo, poderiam ser renegados.
 TODO ADULTO JÁ FOI CRIANÇA!!!
O adulto tem uma visão do mundo consolidada: acumulou experiências, desenvolveu crenças, estruturou valores, e, a partir disso, define seus padrões de atitude e comportamento.
Portanto, ao utilizar jogos, deve-se ter o cuidado de estar realmente preparado para tal, pressupondo-se que o condutor tenha mais conhecimento do que o grupo e que faça escolha adequada do jogo. A habilidade de processamento e aproveitamento do exercício deve ser bem desenvolvida, sem o que fica a sensação indesejável do jogo pelo jogo. Se os treinandos ficarem confusos, gera-se descrédito com relação a metodologia.
Os participantes aprendem melhor fazendo do que lendo, ouvindo ou observando, pois, o jogo procura reproduzir simbolicamente a circunstância do dia - a - dia organizacional, que, processada por analogia, pode facilitar a percepção e internalização de aprendizado.
A dificuldade inicial e maior está na formulação que o indivíduo faz da sua auto- imagem, quase sempre desfocada das suas reais possibilidades e dificuldades no exercício de qualquer papel. Assim. com forte tendência à superestima do que pode ou sabe, o adulto reage às propostas de treinamento, sobretudo comportamentais, negando-se a rever atitudes e comportamentos que assume. Com respeito às propostas operacionais que lhe ofereçam apenas informações, a reação geralmente é bem menor.
PONTOS A SEREM CONSIDERADOS AO SE PREPARAR PARA USAR JOGOS
Habilidades, idade acomodações, riscos, segurança, atitudes, autenticidade, materiais e tempo.
FASES DE UM JOGO
As fases de um jogo são: proposta, divisão do grupo, introdução, demonstração, esclarecimento, o jogo em si, observação do jogo, parada do jogo, emoções, feedback, discussão e final.

USO DO VÍDEO COMO RECURSO DIDÁTICO
Muitas vezes, propostas de inclusão de algumas técnicas didáticas esbarram em problemas concretos da sala de aula: pouco espaço, iluminação imprópria, disposição inadequada dos móveis, recursos e equipamentos inadequados, tempo limitado, excesso de alunos, turmas heterogêneas e tantos outros conhecidos de professores experientes.
O vídeo ou filme é um tipo de ferramenta que auxilia a ação pedagógica do professor. A utilização adequada deste, depende de alguns fatores como: a capacidade e experiência dos treinandos, uma boa técnica de emprego, a adequação do tempo de uso, o cuidado para não limitar a capacidade de abstração, a capacidade e conhecimento do professor, o conhecimento e aprofundamento prévio, entre outros.
Os filmes podem ser utilizados para tornar a comunicação mais eficiente. Quando bem utilizados, favorecem a concentração dos treinandos, a compreensão, a aplicação e a retenção de conhecimentos. Sua utilização excessiva, entretanto, acaba por torná-los, mais do que recursos auxiliares, direcionadores do processo didático.
Em nossos treinamentos, sempre que utilizarmos filmes, tanto o comercial como o específico para determinado tema ou assunto, é recomendável observar alguns cuidados essenciais, visando conquistar o interesse dos alunos e evitando mutilar a obra;
• Conhecimento bastante amplo do tema, do filme escolhido e das cenas selecionadas:
• Preparação prévia dos alunos / treinandos para os verdadeiros objetivos da exibição;
• Alerta aos alunos para observar as cenas mais importantes e detalhes significativos;
• solicitar que durante a exibição os alunos se concentrem no filme, lembrando que, logo em seguida, haverá um momento próprio para as anotações;
• imediatamente após a exibição, solicitar que cada participante, individualmente, faça um resumo da sua retenção, limitando-se o tempo em três minutos ou pouco mais;
•. Do exercício individual passa-se logo e diretamente para o resumo feito em grupo sobre o aproveitamento do vídeo e alcance dos objetivos, com duração limitada em torno de cinco minutos;
Sempre que houver tempo:
•. Abre-se um espaço para crítica e avaliações, onde cada grupo, compartilha com os demais os resultados observados segundo o filme apresentado;
•. Permite-se aos participantes anotar as conclusões significativas dos outros grupos;
• Faz-se um resumo dos pontos significativos mencionados pelos alunos e grupos;
• professor realiza uma síntese do que foi proposto e do que foi alcançado, acrescenta suas opiniões, esclarece dúvidas e encerra o assunto.

AULAS COM MÚSICA
• explorar um tema baseado no estudo de texto (letra de uma música moderna e que tenha a ver com a turma).
• Trazer o CD, deixar que “curtam” a música.
• Entrega a letra e escutar novamente a música
• Levantar questões para serem discutidas em sub - grupos.
• Fazer levantamento de palavras que possam ser desconhecidas do grupo.
• Abrir o grupão e provocar a discussão.
• Fazer e fechamento e ouvir novamente a música.


DINAMIZANDO DEBATES E TROCAS DE EXPERIÊNCIAS


Recentemente selecionamos frases famosas que falavam sobre: Administração do tempo; qualidade de vida e a relação entre esses dois temas.
As frases estavam comentadas em um parágrafo, focando o tema proposta no treinamento.
Distribuímos as frases e solicitamos a cada participante que comentasse a suas frases – o que ela significava, se tinha a ver com as atitudes da equipe, etc.
Assim, uma equipe que já passa muitas horas trabalhando, teve a oportunidade de trocarem informações e percepções sobre outros assuntos – raramente ou nunca abordados no dia – a – dia.
Houve uma relação no nível das apresentações, já que as frases levaram à reflexão e consequente elaboração de comentários interessantes. Pode-se usar a mesma técnica para qualquer tema!